Going green

Os Norte-americanos demoraram a acordar para os problemas ambientais, muito por culpa da sustentabilidade por em causa o modelo de desenvolvimento económico das empresas.
A Wal-mart líder mundial no sector da distribuição iniciou uma campanha que contribua para a preservação do meio ambiente, tendo posto em prática um conjunto de iniciativas em várias frentes - http://www.walmartfacts.com/ , destacando-se a alteração dos hábitos de compra de lâmpadas incandescentes para as lâmpadas fluorescentes compactas fabricadas pela GE e que são muito boas (acendem na hora e emitem uma luz igual aquela que estamos habituados), a redução dos resíduos de embalagem e a redução do consumo de combustível das suas viaturas.
Estas iniciativas não têm passado despercebida nas revistas especializadas como http://www.fastcompany.com/ e http://www.fortune.com/ e demonstram como uma empresa consegue por em prática um plano que tem impacto na estratégia dos fornecedores.

No que diz respeito à questão das lâmpadas, foi pedido à GE para reduzir o preço de venda para metade, incentivando o consumo das lâmpadas economizadoras de energia. Mas a GE teve de ir mais longe – teve de melhorar a electrónica para a lâmpada acender mais depressa e a tonalidade da luz para se aproximar das lâmpadas comuns.

No caso das embalagens, o que se pede é que os produtores diminuam o peso das e tamanho das embalagens e em alguns produtos, como os detergentes, passem vender versões concentradas. Aqui existe um problema de fundo para os fabricantes – quando menor for a embalagem, menor é a exposição na prateleira - quando vai comprar detergente para a máquina de roupa repara sempre nas embalagens em pó de 3 kg que são as que dão mais nas vistas, apesar de ir comprar as pastilhas que quase que nem se conseguem localizar na prateleira. O que fazer?


PS: Longe vão os tempos em que a Danone ameaçava abandonar o posto de venda, fazendo com que os clientes fossem à procura do produto noutro hipermercado.

Comentários

Anónimo disse…
é de facto muito dificil conciliar a "guerra comercial de vendas" e todas as estratégias e "tacticas para vender os produtos, com a cada vez maior necessidade de encontrar meios de poluir menos, fazer menos lixo, enfim melhorar o ambiente.
Na minha optica, desde logo o exemplo deve vir de cima, ou seja o estado deve, nas suas empresas, ou nas que ainda detém capital importante, impor o maior numero de medidas que se enquadrem nas necessidades e imposições ambientais, quer nos produtos que fabrica - desde a sua produção até á venda, quer nos diversos procedimentos da empresa em si.
Exemplo: haverá necessidade de certas empresas publicas terem frotas imensas de carros?; e os carros novos adquiridos são hibridos? e a energia que consomem de que natureza é? - vou dar um exemplo concreto: Em famalicão está em fase de construção adiantada o tribunal - com janelas pequenas!!! e poucas - ora num pais onde a luz natural é uma enorme fonte de energia natural - de graça - pura - por poucas janelas num espaço publico é sinal de pouca inteligência - pois perspectiva-se consumo elevado de energia ( eu já nem falo nuns paineis solares no telhado... )
Anónimo disse…
Going Green???

Até pensei que te tinhas feito sócio do Sporting, essa grande equipe de futebol...

Este é o único Green que interessa.

Viva o Sporting.

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